Pais devem ‘vigiar’ redes sociais dos filhos, diz psicóloga potiguar sobre ‘Baleia Azul’


Um jogo criminoso pode por fim à vida de crianças, adolescentes e jovens. O ‘Baleia Azul’ virou pauta de inquérito policial e, mais que um jogo juvenil, virou tormento para pais que veem mudanças nos filhos e não sabem como agir.
A automutilação e isolamento são alguns dos males trazidos pela peleja, podendo resultar em suicídio. Questionada sobre o que leva um jovem a querer participar do jogo e se automutilar, a psicóloga aponta um sofrimento agudo já existente.
“Não só a depressão causa o desejo de mutilação, mas outros transtornos, como o ‘boderline’. É um estágio avançado da doença, com sofrimento, já com o desejo de suicídio. Muitas vezes os adolescentes se automutilam como se a dor física fosse amenizar a dor interna. Veja só: Se eu já tenho vontade de me suicidar e tem um jogo que me instiga ao que eu não tenho coragem de fazer, é um ótimo incentivo. É com esse pensamento que eles se rendem”, explicou uma psicóloga potiguar.

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